sábado, 24 de junho de 2017

FOTOS DOS TRENS ANTIGOS MARIA FUMAÇA EM LONDRINA - NORTE DO PARANÁ

CÓPIAS By FARINA.

CLIQUE NAS FOTOS PARA AUMENTÁ-LAS































































































































































































FOTOS By JOSÉ CARLOS FARINA






































FOTOS By JOSÉ CARLOS FARINA

























FOTOS By JOSÉ CARLOS FARINA



































FOTOS By JOSÉ CARLOS FARINA



















FOTOS By JOSÉ CARLOS FARINA

segunda-feira, 10 de abril de 2017

VENDA ANTIGA ( EMPÓRIO SECOS E MOLHADOS ) MERCEARIA EM LONDRINA - PR.

FOLHA DE LONDRINA


Venda dos Pretos guarda décadas de memória

Pequeno comércio na região sul de Londrina é tradicional ponto de encontro de moradores e representa um pedaço da história

Interior da Venda dos Pretos: reconhecimento público pela importância cultural
A casa simples de madeira de peroba, com portas e janelas de tramela, em uma grande esquina situada às margens da antiga estrada que deu lugar à Rodovia Mábio Gonçalves Palhano, no Patrimônio Espírito Santo, zona sul de Londrina, ainda é a de 66 anos atrás. Mesmo com tantas décadas, e algumas poucas mudanças, como uma cobertura para proteger do sol e da chuva, o lugar ainda guarda a mesma essência, generosidade e clima acolhedor de seu início. 
Todos estes sinônimos fazem parte da Venda dos Pretos, tradicional ponto de encontro na zona rural. Batizado de Venda do Alto, o espaço recebeu o novo nome após ser adquirido pela família Marques Neves. Naturais do Nordeste, eles vieram para Londrina nos tempos áureos do café em busca de uma vida melhor, como muitos migrantes. Porém, foi na Venda que encontraram o sustento e o recomeço. Primeiro com João Marques Neves, depois com a filha, Izolina Maria de Jesus, e agora com a terceira geração, representada pelas netas do patriarca. 

Com os balcões que remetem ao passado, o estabelecimento também guarda a memória das antigas mercearias, com doces e produtos variados, além de frutas, verduras, enlatados, petiscos e bebidas, sendo o ponto de apoio mais próximo de toda a comunidade. 
Mistura de bar e mercearia, o local tem uma rotina agitada, principalmente para os proprietários. O trabalho é de segunda a segunda e as portas são fechadas somente quando o último cliente vai embora. "Começa (a funcionar) às 9 da manhã e enquanto tiver gente está aberto. Aqui se encontra de tudo e de todos", resume Solange Francisca Neves, filha de Izolina, e que cuida da Venda com a irmã, Maria de Fátima Francisco Klein, e o cunhado, Dagmo Klein. 
"A maioria dos clientes é da cidade. Sábado e domingo as pessoas vêm jogar bola, pedalar pela região e passam por aqui. É um ponto de referência para todos. Se alguém quer saber de algo vem na Venda e pergunta. Com isso você acaba conhecendo as pessoas", conta Maria de Fátima. "Estamos sempre de braços abertos", completa ela, que trabalhava como balconista em um supermercado e largou a função há cinco anos para ajudar a mãe, que faleceu em 2015. Ela afirma que considera as pessoas que frequentam o local como se fossem da família. "Acho que se fosse de sangue não seria tão bom quanto é." 


Anderson Coelho
Ana Maria Aromatario, professora universitária aposentada, com a camiseta da Venda que é o seu bar desde 2009

UTILIDADE PÚBLICA 
A Venda dos Pretos também é um importante ponto de apoio para a comunidade do Espírito Santo. "Como as pessoas não têm caixa de correio, a grande maioria vem buscar a correspondência aqui", explica Maria de Fátima. "Mas quando é conta para pagar não vem rápido não", diverte-se. 
Nascida e criada na região, a servidora municipal Ellen Vanessa Biangi, de 33 anos, frequenta a Venda desde a infância e sempre está no estabelecimento em busca de correspondências. E leva com ela a filha Thaisa, de 11. "Antes eu vinha comer os doces e hoje é ela. Também temos um sítio próximo e passamos muito para comprar as coisas", explica. 
Tendo vivido vários momentos no pequeno estabelecimento, Ellen destaca as mudanças que observou ao longo dos anos. "O progresso chegou na região, mas na Venda mudou pouco. O balcão repleto de doces ainda é o mesmo, o padrão rústico também. Agora tem máquina de cartão, que antes não tinha", elenca quando ao fundo se ouve o questionamento de um cliente sobre a forma de pagamento e a reposta entusiasmada de Maria de Fátima. "Crédito e débito". 


As irmãs Maria de Fátima Francisco Klein e Solange Francisca Neves, com Dagmo Klein: terceira geração de proprietários da Venda

Pedro Marconi
Reportagem Local.

domingo, 26 de março de 2017

A ERA DO OURO DO RÁDIO

Olha isso aí...saudades que a gente sente disso, não é?.

MUNDO VÉIO SEM PORTERA


Tempo das novelas no rádio, a família se reunia para escutar, quem lembra?

VÍDEO PROGRAMA DE RÁDIO DO ZEZÃO JOSÉ MAKIOLKI DA PAIQUERÊ 1984

<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/7jzL_iyxlJU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

BARBOSA FERRAZ FUNDADOR DA ESTRADA DE FERRO SÃO PAULO PARANÁ

RAFAEL GUEDES

Major Barbosa Ferraz, prefeito de Cambará e fundador da SPP ( FERROVIA SÃO PAULO PARANÁ.


ANTONIO BARBOSA FERRAZ JUNIOR, o Major Barbosa Ferraz, fundador da SPP.


Paulista, nascido em 10 de junho de 1863 em Rio Claro, veio à região de Jacarezinho nos anos de 1918, onde adquiriu terras, fundando a Companhia Agrícola Barbosa Ferraz.

Com o desenvolvimento da região e por causa de suas vastas terras férteis, a localidade de Cambará foi elevada à município em 28 de março de 1923, sendo instalada em 21 de setembro de 1924.

Em virtude da influência política e de sua enorme dedicação a Cambará, Barbosa Ferraz foi nomeado o primeiro prefeito da cidade. Ainda antes de dois meses após ser empossado, licenciou-se deixando em seu lugar José Antônio Marcondes Machado, que permaneceu à frente do município até 1º de agosto de 1929, quando renunciou, reassumindo Barbosa Ferraz o cargo de prefeito.

Durante este período de licença da prefeitura de Cambará, Barbosa Ferraz dedicou-se à São Paulo-Paraná, a qual, junto de outros camaradas capitalistas e fazendeiros da região, idealizou e fundou no início da década de 20.

Fundada inicialmente como Cia. Ferroviária Noroeste do Paraná (NOP), Barbosa Ferraz tornou-se presidente da companhia. Já em novembro de 1923, encontravam-se prontos 23 km, e mais 32 estavam em construção. Decidiu-se, em meados de 1924, alterar o nome da companhia para São Paulo-Paraná (SPP), para melhor adequar-se à empresa, que pretendia fazer a ligação entre os dois estados, e também para que não fosse confundida com a Noroeste do Brasil (NOB) de Bauru.

No dia 12 de junho de 1924, partiu da estação de Ourinhos na Sorocabana o trem inaugural da nova estrada de ferro, rumo às estações Presidente Munhoz e Leoflora, com a presença de representantes dos dois estados, das cidades circunvizinhas e da imprensa.

A estação Leoflora ficava dentro da sua Fazenda Água do Bugre, e recebeu este nome em homenagem à Leovigildo e Flora, respectivamente um de seus filhos e esposa.

Em 1928, vendeu a SPP para a Paraná Plantations, empresa inglesa interessada em colonizar o norte paranaense.

Faleceu em 1945, com 82 anos.

Na foto, observa-se o Major Barbosa Ferraz e Dr. Antonio Ribeiro dos Santos, presidente e diretor-superintendente da São Paulo-Paraná, respectivamente. Foto: Revista Fon-Fon de 21 de junho de 1924, tirada durante a cerimônia de inauguração da SPP.r

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

FOTO DA CONSTRUÇÃO DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE LONDRINA ( TRENS )


FOTO RARÍSSIMA / ACERVO PESSOAL

Construção da Ferroviária de Londrina meu avô Orfeu Emílio Zamariola com o serrote na mão bem no alto!!!

LILIAM ROMANINI

LONDRINA EM FOTOS